Oficina de modelo vivo: um experimento ético-estético

Bruno Maschio, Silvana Tótora

Resumo


O presente artigo se debruça sobre os aspectos ético-políticos de uma oficina de modelo vivo, prática recorrente entre artistas e estudantes de artes plásticas. Lançando mão dos conceitos de Gilles Deleuze e Félix Guattari, analisou-se o que é possível quando entendemos e realizamos essas oficinas, não somente como um exercício técnico, mas quando fazemos delas um espaço de experimentação ético-estético, característica de uma política menor. O traço do desenho, entendido a partir da noção de linha de fuga elaborada por Deleuze e Guattari, opera uma desterritorialização, fazendo fugir as formatações, representações e codificações do corpo e da arte.

Palavras-chave


Corpo; traço; desterritorialização; potência; possíveis.

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ISSN 1982-6672

DOI 10.23925/1982-6672