Mandatos colectivos y dimensión de género
impactos para desempeñar la representación política en Brasil
DOI:
https://doi.org/10.23925/1982-6672.2025v18i53p52-78Palabras clave:
Mandatos coletivos, Concejos locales, Performance política, género y política, legislaturas brasileñasResumen
Este artículo examina el fenómeno de los mandatos colectivos en Brasil como una innovación institucional en el campo de la representación política, con el objetivo de comprender cómo este modelo emergente reconfigura las prácticas tradicionales de representación. Ampliamente discutidos en la literatura como una respuesta parcial a los patrones persistentes de exclusión política, los mandatos colectivos son aquí analizados desde la perspectiva de la subrepresentación de las mujeres. El objetivo es reflexionar sobre las innovaciones institucionales propuestas por este modelo y evaluar su potencial para ampliar el acceso al poder legislativo. Metodológicamente, la investigación adopta un enfoque cualitativo, basado en entrevistas semiestructuradas con representantes involucrados en mandatos colectivos en diferentes regiones de Brasil. Los principales hallazgos sugieren que, aunque todavía limitados en alcance, los mandatos colectivos presentan un potencial significativo como herramienta para facilitar el acceso de las mujeres – especialmente mujeres negras y trans – a los cargos electivos. Al desafiar las normas tradicionales de la representación política y crear nuevas formas de vínculo entre representantes y representados, estas experiencias señalan caminos prometedores, aunque incompletos, hacia instituciones legislativas más inclusivas.
Descargas
Métricas
Citas
ALMEIDA, Débora; LÜCHMANN, Lígia. Movimentos sociais e representação eleitoral: o fenômeno das candidaturas e dos mandatos coletivos. In: ALMEIDA, Débora; TATAGIBA, Lígia; GURZA LAVALLE, Ana; KUNRATH, Marcelo. Participação, ativismos e desdemocratização. São Paulo: Editora Unesp, 2022.
BIROLI, Flávia. Responsabilidades, cuidado e democracia. Revista Brasileira de Ciência Política, Brasília, n. 18, p. 81–117, set./dez. 2015.
BIROLI, Flávia. Gênero e desigualdades: limites da democracia no Brasil. São Paulo: Boitempo, 2017.
CAMPOS, Bárbara Lopes; MATOS, Marlise. Juntas em um único número na urna? as experiências de mandato coletivo e o desafio à política partidária tradicional e personalista no Brasil (2016-2020). Revista Brasileira de Ciência Política, n. 40, 2023, p. 1–37, e263122. DOI: 10.1590/0103-3352.2023.40.263122.
FUNG, Archon; WRIGHT, Erik Olin. Thinking about empowered participatory governance. In: FUNG, Archon; WRIGHT, Erik Olin. Deepening democracy: institutional innovations in empowered participatory governance. London: Verso, 2003.
GRUNEICH, Danielle; CORDEIRO, Iara. O que é violência política contra a mulher? [recurso eletrônico]. 2. ed. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2023.
HAWKESWORTH, Mary. Congressional enactments of race-gender: toward a theory of raced-gendered institutions. American Political Science Review, v. 97, n. 4, 2003, p. 529–550.
INESC; COMMON DATA. Análise das candidaturas coletivas. Perfil do Poder. Eleições 2024. Brasília: INESC, 2020. Disponível em: https://inesc.org.br/wp-content/uploads/2024/08/candidaturas-coletivas_eleicoes-2024.pdf?x12453. Acesso em: 15 set. 2025.
LEVITSKY, Steven; ZIBLATT, Daniel. Como as democracias morrem. Rio de Janeiro: Zahar, 2018.
MAGARIAN, Bárbara Rebeca Alves. Os mandatos coletivos no Brasil à luz do conceito de institutional by-pass. Revista Sociologia e Política, v. 31, 2023.
MENDONÇA, Ricardo Fabrino; GELAPE, Lucas; CRUZ, Carlos Estevão Caligiorne. Collective Candidacies and Mandates in Brazil: Challenges and Pitfalls of a Gambiarra. In: BUA, Adrian; BUSSU, Sonia (org.). Reclaiming Participatory Governance: Social Movements and the Reinvention of Democratic Innovation. New York: Routledge, 2023. p. 154–159.
NASCIMENTO, Carlos Eduardo Gomes. Crise de Representatividade e o mandato coletivo como uma afirmação da democracia participativa no Brasil. Boletim de Conjuntura, ano 3, v. 5, n. 13, 2021.
PHILLIPS, Anne. De uma política de ideias a uma política de presença? Revista Estudos Feministas, v. 9, n. 1, p. 268–290, 2001.
PORTO, Ludmila Mota de Figueiredo. Feminist collective candidacies: listening to democracy in Brazil. Fólio – Revista de Letras, v. 13, n. 1, p. 361–380, 2021.
PUWAR, Nirmal. Space Invaders. London: Berg Press, 2004.
RAI, Shirin; SPARY, Carole. Performing Representation. Women Members in the Indian Parliament. New Delhi/India: Oxford University Press, 2019.
RAPS. Mandatos coletivos e compartilhados: desafios e possibilidades para a representação legislativa no século XXI. [online] São Paulo: Rede de ação política pela sustentabilidade, 2019. Disponível em: https://www.raps.org.br/2020/wp-content/uploads/2019/11/mandatos_v5.pdf. Acesso em: 22 jun. 2023.
SCHMITTER, Philippe C. Reflections on political meritocracy: its manipulation and transformation. In: BELL, Daniel A.; LI, Chenyang (eds.). The East Asian challenge for democracy: political meritocracy in comparative perspective. New York: Cambridge University Press, 2013.
SECCHI, Leonardo; LEAL, Leonardo (org.). As candidaturas coletivas nas eleições municipais de 2020: análise descritiva e propostas para uma agenda de pesquisa sobre mandatos coletivos no Brasil. [online] Brasília: Editora IABS, 2020. Disponível em: https://editora.iabs.org.br/site/index.php/portfolio-items/as-candidaturas-coletivas-nas-eleicoes-municipais-de-2020-analise-descritiva-e-propostas-para-uma-agenda-de-pesquisa-sobre-mandatos-coletivos-no-brasil/. Acesso em: 22 jun. 2023.
SILVA, Willian Quadros da; SECCHI, Leonardo; CAVALHEIRO, Ricardo Alves. Mandatos coletivos e compartilhados no Brasil: análise descritiva de inovações democráticas no poder legislativo. Revista Debates, [S. l.], v. 15, n. 1, 2021, p. 168–190. DOI: 10.22456/1982-5269.110367. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/debates/article/view/110367. Acesso em: 15 set. 2025.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Aurora. Revista de Arte, Medios y Política.

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.







