Por qué votamos diferente?

El contraste entre la capital y el interior del país en la política municipal brasileña.

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.23925/1982-6672.2025v18i53p103-125

Palabras clave:

política local, participación electoral, comportamiento político

Resumen

Este artículo analiza los factores que influyen en la participación electoral en las elecciones municipales brasileñas de 2024, comparando capitales de estados, grandes ciudades y municipios rurales. Tres hipótesis guían la investigación: la evaluación del gobierno local como determinante universal de la disposición a votar; la mayor influencia de la ideología política en capitales de estados y grandes ciudades; y la mayor influencia de las características sociodemográficas en municipios rurales. La investigación utiliza datos de la encuesta nacional IPEC y revela que la opinión sobre el ayuntamiento es el principal predictor de la participación, reduciendo la disposición a votar cuando es negativa en cualquier contexto. En capitales de estados y grandes ciudades, la ideología asume centralidad, lo que refleja una mayor institucionalización de la disputa y su conexión con el debate nacional, mientras que en municipios rurales, destacan variables individuales como el género y la educación, junto con la evaluación del gobierno. La conclusión es que la diferenciación entre capitales de estados y municipios rurales explica mejor los patrones de participación que el simple criterio del tamaño de la población, lo que destaca la importancia de la experiencia concreta con el gobierno municipal en la toma de decisiones políticas.

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Biografía del autor/a

Murilo Pradella, Universidade Federal de São Carlos

Doutorando em ciência política pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Mestre em Ciência política pela mesma universidade. Bacharel em Ciências Sociais também pela UFSCar. Elaborou sua Iniciação Científica financiada pela FAPESP na área do Comportamento eleitoral, concentrando-se primordialmente na temática do voto facultativo e seus impactos no Brasil. Desenvolveu sua dissertação de Mestrado analisando o efeito da polarização e da ideologia política sobre o comparecimento eleitoral nas eleições presidenciais do Brasil financiado pelo CNPq. Membro do Centro de Estudo do Comportamento Político(VOX - UFSCar) e do Núcleo de Estudos dos Partidos Políticos Latino-Americanos (NEPPLA - UFSCar). Integra o INCT Representação e Legitimidade Democrática (ReDem)

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Antônio Augusto Surian Cera Filippini, Universidade Federal de São Carlos

Graduado em Ciências Sociais na Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho". Mestrando e bolsista CAPES em Ciência Política pelo Programa de Pós Graduação em Ciência Política (PPGPol) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), direciono meus estudos na área de Política local e índices de democracia, com interesses também nas áreas de Sociologia e História. Desenvolvi pesquisa com o tema "Índice de Democratização: Um estudo de caso em Ribeirão Preto", sendo bolsista PIBIC pela CNPq e orientando da Prof. Dra. Maria Teresa Miceli Kerbauy. Participo do Laboratório de Política e Governo da UNESP sob coordenação do Prof. Dr. Milton Lahuerta e do Grupo Temático "Estado e Governo" também da UNESP, sob coordenação da Prof. Dra. Maria Teresa Miceli Kerbauy.

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Publicado

2026-08-10

Cómo citar

Pradella, M., & Filippini, A. A. S. C. (2026). Por qué votamos diferente? : El contraste entre la capital y el interior del país en la política municipal brasileña. Aurora. Revista De Arte, Medios Y Política., 18(53), 103–125. https://doi.org/10.23925/1982-6672.2025v18i53p103-125