A Chave para a Visão de Peirce do Papel da Crença na Inquirição Científica

Mark Migotti

Resumo


Na primeira de suas Conferências de 1898 em Cambridge, Peirce declara que “o que é comum e propriamente chamado de crença [...] absolutamente não tem lugar na ciência”. Christopher Hookway e Cheryl Misak pensam que essa tese é mal-expressa, implausível em si mesma e fora do contexto de todo o restante da filosofia de Peirce. Eu argumento, em sentido contrário, que um entendimento apropriado da distinção, por Peirce, entre duas espécies de “sustentar como verdadeiro”, uma espécie prática e comprometida, outra, teórica e provisória, revela que a tese em questão – a reivindicação de que a primeira espécie de sustentar como verdadeiro “não tem lugar na ciência” – é plausível e peirciana.

Palavras-chave


Teoria da dúvida e da crença; Crença; Opinião; Verdade; Investigação científica; Conduta

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