A Metafísica Pragmaticista de Peirce e Espinosa

Shannon Dea

Resumo


No início do Século XX, movido pela popularização por James dopragmatismo e pela assim chamada “Batalha do Absoluto” que dividiuos filósofos americanos no período, Peirce buscou comunicar seu própriopragmaticismo, tanto diretamente, através de tentativas repetidas paraformular a doutrina, quanto indiretamente, pela comparação do seu pensamento com o de filósofos anteriores como Espinosa, Berkeley e Kant. Adívida de Peirce para com Berkeley e Kant está bem documentada. Todavia,pouca atenção foi dedicada às suas invocações de Espinosa. Neste trabalho,eu pesquiso as discussões de Peirce sobre Espinosa e identifico uma mudançaem sua apresentação de Espinosa. Especificamente em 1904, ele passou aconsiderar Espinosa como um importante pragmaticista antigo. Eu afirmo que esta mudança corresponde aos seus próprios esforços tardios para distinguir seu pragmaticismo “Absoluto” do pragmaticismo “Fenomenal” de figuras tais como James e Schiller. Enquanto tanto o pragmatismo quantoo pragmaticismo têm como origem alguma versão da máxima pragmática,esta se distingue por reter uma metafísica realista. Eu demonstro que, na visão de Peirce, tanto uma versão antiga da máxima pragmática quanto evidências do senso comum crítico e de um fraco realismo escolástico estão evidentes no pensamento de Espinosa.

Palavras-chave


Peirce; Espinosa; Pragmaticismo; Pragmatismo; Máxima Pragmática; Senso Comum Crítico; Realismo Escolástico; . Metafísica

Texto completo:

PDF (English)

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Apoio:

PUC-SP    PIPEq PUC-SP


Idexadores:

Google Scholar    Open Archives Initiative    ROAD

Preservação Digital:

LOCKSS    CLOKSS     KEEPERS    Rede Cariniana