“MANUAL DE LINGUÍSTICA”: HOMONÍMIA OU POLISSEMIA NA HISTÓRIA?

Autores

  • Ronaldo de Oliveira Batista Universidade Presbiteriana Mackenzie

DOI:

https://doi.org/10.1590/delta.v28i1.7541

Palavras-chave:

Historiografia Linguística, Programas de Investigação, Grupos de Especialidade, Argumento da Influência

Resumo

A partir de princípios teórico-metodológicos da Historiografia da Linguística (com utilização de categorias como programas de investigação, grupos de especialidade e argumento da influência), apresenta-se uma análise de dois momentos da produção brasileira em linguística, tomando como objeto dois manuais publicados com o mesmo título (Manual de Linguística) em 1979 e 2009. O artigo procura apontar continuidades (vistas como fenômeno polissêmico) e descontinuidades (vistas como fenômeno homonímico) na validação de saberes em um intervalo de trinta anos de estudos e ensino de linguística no Brasil, verificando em que medida há semelhanças ou distinções entre dois livros que se apresentaram com a mesma designação. Em consequência das análises, o texto evidencia que a interpretação historiográfica pode ser resultante do ponto de vista adotado pelo historiógrafo.

Biografia do Autor

Ronaldo de Oliveira Batista, Universidade Presbiteriana Mackenzie

Doutor em Linguística pela USP. Professor Adjunto no Centro de Comunicação e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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Publicado

2014-05-14

Edição

Seção

Retrospectiva