Desde los primeros signos hasta el cuidado

trayectorias de familias de niños con TEA en la Red Pública de Salud

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.23925/2176-2724.2026v38i1e72564

Palabras clave:

Trastorno del Espectro Autista, Salud de la Familia, Atención a la Salud Mental

Resumen

Reconocer los desafíos vivenciados por los familiares es fundamental para la efectividad del cuidado, ya que constituyen la principal red de apoyo a los niños. Esta investigación tuvo como objetivo analizar la trayectoria recorrida por las familias desde la percepción de los primeros signos de alteraciones en el desarrollo de sus hijos hasta el diagnóstico de Trastorno del Espectro Autista (TEA) y el ingreso a un Centro de Atención Psicosocial (CAPS). Se utilizó un enfoque cualitativo, descriptivo y transversal. Para recopilar los datos, se realizaron entrevistas con familiares o responsables de treinta niños con diagnóstico de TEA asistidos en el CAPS ij de un municipio de gran tamaño del Estado de São Paulo. Fragmentos de las entrevistas fueron transcritos para su análisis lingüístico-discursivo. Los resultados indicaron que los primeros signos percibidos estaban relacionados con el desarrollo del lenguaje, como ausencia del habla, falta de contacto visual y escasa interacción social, además de aspectos sensoriales o conductuales. La mayoría de las madres (18) fue la primera en notar estas señales alrededor de los dos años de edad de los niños. El recorrido hacia la atención comenzó con una consulta al pediatra de la Unidad Básica de Salud, donde los familiares expresaron sus inquietudes. Algunos fueron derivados al CAPS para evaluación, mientras que otros recibieron la indicación de esperar. Se resalta la importancia de considerar a los familiares como parte esencial del cuidado de personas con TEA, valorando sus relatos para posibilitar derivaciones tempranas y adecuadas.

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Publicado

2026-02-20

Número

Sección

Artigos