Criminalización, marginación y confinamiento simbólico
los pueblos indígenas y el imaginario nacional
DOI:
https://doi.org/10.23925/2596-3333.v1n1.73013Palabras clave:
criminalización, pueblos indígenas, confinamiento simbólico, imaginarioResumen
En este artículo, pretendo reflexionar sobre el lugar que ocupan los pueblos indígenas en el imaginario nacional como factor determinante de su criminalización y marginación, interfiriendo en las acciones legales, las oleadas de violencia y la percepción general de la población y los profesionales del derecho con respecto a los pueblos indígenas. Derivado de regímenes de olvido y expulsión de la memoria y la identidad colectiva, este imaginario acaba relegando a los pueblos indígenas a un confinamiento simbólico —más allá del confinamiento territorial en el que ya viven muchos pueblos— y los sitúa entre el cielo y el infierno, con poco margen para la interacción con los sujetos humanos que realmente habitan esta tierra. Para ello, me baso en análisis semióticos, sociológicos y antropológicos de numerosos episodios, entre los que se incluyen casos judiciales, informes especializados, artículos periodísticos, manifestaciones culturales y artísticas y otros documentos. Me relaciono con teóricos del Derecho y las Ciencias Humanas en una revisión bibliográfica que no pretende agotar el tema, sino provocar una convergencia de ideas y proporcionar apoyo para futuras investigaciones. En conclusión, establezco una conexión crítica entre esta imaginería generalizada, la criminalización de los líderes y las acciones de los gobiernos recientes que han ido en contra de los derechos indígenas y medioambientales consagrados en la Constitución Federal de 1988.
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