A interação na arte contemporânea

Ana Claudia de Oliveira

Resumo


Na arte contemporânea, o sentido se desenrola no presente da situação de exposição
da obra, um texto que só se faz enquanto tal com e pelo outro que, interagindo
presencialmente, o processa, ou seja, vivência o fazer sentido que faz ocorrer. Enquanto
uma forma de vida viví­vel, a investigação interconecta esse regime de sentido como
uma das saí­das ou escapatórias, segundo as postulações de A. J. Greimas em De
l-Imperfection. Seriam pois as instalações, performances, happenings, land art, obras
minimalistas, animações em 3D, sentidos sentidos. Do interacional, a arte, sensivelmente
pelas sinestesias que desencadeia, ressignifica a sua própria produção de sentido.
Palavras-chave arte contemporânea, sentido, interação, presença, experiência estésica.
Abstract In contemporary art, an artistic work, as such, literally cannot exist on its own. It
constitutively requires the presence and the cooperation of an observer. In other words,
meaning, in such a context,arises only in the very moment of the exhibition of the object,
and never previously to the active participation, upon the sensitive level of a receiver.
Such an analytical perspective derives from A. J. Greimas-s semiotic postulations about
aesthesis experience (in De l-Imperfection, 1987), as well as from E. Landowski-s more
recent approach to the notion of presence. Installations, performances, happenings, land
art, minimalist artand 3D animations represent privileged terrains in which to study the
way contemporary art exposes, on the sensitive level, its own conditions of making sense.
Key words contemporary art, sense, interaction, presence, aesthesis experience, meaning.

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