Surfando com James Joyce e Dorothy Lamour... O imaginário polinésio no processo composicional de Gilberto Mendes

Heloísa de Araújo Duarte Valente

Resumo


Na obra de Gilberto Mendes (1922-2016)verifica-se uma prática incessante de interfaces com as linguagens do cinema, da literatura, do teatro, publicidade, dentre outros. A Polinésia em sua representação hollywoodiana da década de 1930 é tema frequente. Este cenário é construído, com base em elementos presentes no código musical, provenientes da estética vienense. Mendes assimilará essa estética em sua obra. Na década de 1950,, eclode a cultura tiki pop e sua paisagem sonora correspondente, representada por Martin Denny. Pretende-se apontar as mutações do paraíso longínquo e o papel da música na sua composição.

 


Palavras-chave


Gilberto Mendes; música polinésia; paisagem sonora; cultura tiki pop; música de cinema.

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