Experiência subjetiva e experiência histórica nos diários de David Perlov

Cesar Geraldo Guimarães

Resumo


Com base no estudo do processo criador dos diários cinematográficos de David Perlov, e detendo-se sobretudo na sua experiência brasileira, o artigo analisa como a escritura fílmica do cineasta faz das imagens da memória uma superfície de dupla face – como a banda de Moebius – que passa do interior ao exterior, do dentro ao fora, da experiência subjetiva à experiência social e histórica. 


Palavras-chave


Davi Perlov; imagens da memória; autobiografia

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