Cartografia participativa como forma de mobilização coletiva para emergência em desastres hidrológicos
Mots-clés :
Cartografia social, Gestão de Riscos e Desastres, Planejamento urbano integrado, Desastres hidrológicosRésumé
A pesquisa teve como objetivo a elaboração de um mapa técnico-comunitário no Bairro Vila Sônia, Itaquaquecetuba (SP) – área periférica e vulnerável a desastres hidrológicos –, buscando identificar caminhos seguros e acessíveis pela perspectiva da população local. Foi usada uma metodologia participativa de cartografia social em oficina com moradores, poder público e pesquisadores, empregando os métodos Teia da Resiliência Comunitária, Mapa Falado e Ciranda Mapeantes Mirins. Os resultados revelaram rotas críticas, locais seguros e demandas infraestruturais, como uma ponte para conectividade com a malha viária e melhorias em drenagem, saneamento e iluminação. Conclui-se que a cartografia social fortalece vínculos coletivos, gera conhecimento técnico-comunitário e subsidia políticas públicas adaptadas à realidade local, fortalecendo as formas de ação coletiva produzidas na periferia.
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© Talita Gantus-Oliveira, Henrique Candido de Oliveira 2026

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