Subjetividade: a interpretação do behaviorismo radical

Melania Moroz, Denise Rosana Rubano

Resumo


Em livros publicados no Brasil e voltados para a formação de professores, há afirmações recorrentes de que o behaviorismo radical ignora eventos tais como cons- ciência, sentimentos, estados mentais. Dado que tais afirmações não estão relegadas ao passado, mas encontram-se presentes em textos publicados ou reeditados recente- mente, considera-se relevante abordar a concepção skinneriana da subjetividade humana. Para tanto, no presente trabalho, apresenta-se o entendimento de B. F. Skinner sobre o evento privado - conceito esse fundamental na proposta do autor - focalizando sua natureza, status explicativo e determinação social; ainda, realiza-se uma incursão ao tratamento dado por Skinner ao autoconhecimento e autocontrole, pontuando-se algumas relações com a educação.

Palavras-chave


Behaviorismo radical; Subjetividade; Eventos encobertos

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