“Ecologizar” la Psicología de la Educación como Compromiso Ético-Político

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.23925/2175-3520.2025i59p16-25

Palabras clave:

psicología educacional, ambiente, ecología, cambio climático, capitalismo

Resumen

Vivimos tiempos de intensa aceleración y agravamiento de la crisis climática y medioambiental, cuyos impactos más perturbadores son -y serán- experimentados en primer lugar y de forma desproporcionada por los sectores más vulnerables de la población. Ante este escenario, las ciencias que se centran en la sociedad y el ser humano no permanecerán ajenas. Como partícipe de la historia y de la construcción del mundo, la psicología de la educación puede contribuir a otras formas de vivir, relacionarse y (bien)vivir. El artículo propone una reflexión sobre la necesaria ecologización de la psicología educacional, buscando articular una perspectiva histórica de este campo de conocimiento y práctica en Brasil con una bibliografía sobre la emergencia ambiental y climática, que concibe las dominaciones capitalistas y coloniales en el centro de formas descuidadas de habitar el planeta, como la ecosofía propuesta por Félix Guattari (1990), la psicología indígena abordada por Danilo Guimarães (2022) y la ecología decolonial de Malcom Ferdinand (2022). El texto apunta a una psicología de la educación más plural, intercultural y comprometida con la justicia social y ambiental, basada en el establecimiento de diálogos con saberes contrahegemónicos - por ejemplo, los que surgen de contextos indígenas, cimarrones y comunitarios. También destaca la importancia de repensar la formación, la investigación y la práctica profesional con miras a enfrentar las desigualdades y cultivar nuevas formas de subjetivación en tiempos de colapso climático.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

Angus, I. (2023) Enfrentando o Antropoceno (G. Vicenzi,

P. Davoglio, trad.). São Paulo: Boitempo.

Artaxo, P. (2025). Por um novo contrato com a natureza. Youtube. Recuperado de https://l1nq.com/Khkzm, em abril de 2025.

Barbosa, D. R. & Souza, M. P. R. (2012). Psicologia Educacional ou Escolar? Eis a questão. Psicologia Escolar e Educacional, 16, 163–173. https://doi.org/10.1590/S1413-85572012000100018

Beck, U. (2018). A metamorfose do mundo: novos conceitos para uma nova realidade (M.L.A. Borges, trad.). Rio de Janeiro: Zahar.

Castro, L. R. (2021). Os universalismos no estudo da infância: a criança em desenvolvimento e a criança global (pp. 41-60). In: Castro, L. R. (Org.). Infâncias do Sul Global. Salvador: EDUFBA.

Davis, A. (2022). Apresentação (pp. 9-14). In: Ferdinand, M. Uma ecologia decolonial: pensar a partir do mundo caribenho (L. Mei, trad.). São Paulo: Ubu.

Ferdinand, M. (2022). Uma ecologia decolonial: pensar a partir do mundo caribenho. (L. Mei, trad.). São Paulo: Ubu.

Fischer, M. (2020). Realismo capitalista: é mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo? (R. Gonçalves, trad.) São Paulo: Autonomia Literária.

Glissant, É. (2005). Introdução a uma Poética da Diversidade. (E. A. Rocha, trad.). Juiz de Fora: Ed. UFJF.

Guattari, F. (1990). As três ecologias (Bittencourt, M.C., trad.). Campinas: Papirus.

Guimarães, D. S. (2022). A Tarefa Histórica da Psicologia Indígena diante dos 60 anos da Regulamentação da Psicologia no Brasil. Psicologia: Ciência e Profissão, 42, 1-14. https://doi.org/10.1590/1982-3703003263587

Haraway, D. J. (2023). Ficar com o problema: fazer parentes no Chthuluceno (A.L. Braga, trad.). São Paulo: n-1 Edições.

IPCC (2021). Climate Change 2021: The Physical Science Basis. Cambridge: Cambridge University Press. doi:10.1017/9781009157896.

Jacó-Vilela, A. M. (2021). Trajetórias da Psicologia no Brasil: conciliações e resistências. Memorandum, 38, 1-28. https://doi.org/10.35699/1676-1669.2021.36485

Junqueira, R. D. (2013). Pedagogia do armário - a normatividade em ação. Retratos Da Escola, 7(13), 481–498. https://doi.org/10.22420/rde.v7i13.320

Klein, N. (2024). Doppelgänger: uma viagem através do mundo-espelho (R. Marques, trad.). São Paulo: Carambaia.

Kolbert, E. (2023). Civilização e extinção (pp. 11-15). In.: Thunberg, G. (org.). O livro do clima (C. A. Marcondes, trad.). São Paulo: Companhia das Letras.

Krenak, A. (2022). Futuro ancestral. São Paulo: Companhia das Letras.

Manifesto jovens pela educação climática (2021). Recuperado de: https://www.climaterealityproject.org.br/jornadas-pelo- clima, em abril de 2025.

Mbembe, A. (2024). A comunidade terrestre (J.M. Silva, trad.). Lisboa: Antígona.

Mollica, M. & Galdino, A. P. (2023). O lugar do sonho e da temporalidade para povos indígenas: uma questão preliminar ao tratamento decolonial do inconsciente. Ágora, 26, 1-10. https://doi.org/10.1590/1809-4414-2023-020

Nogueira, S. G. (2019). Libertação, descolonização e africanização da psicologia: breve introdução à psicologia africana. São Carlos: Edufscar.

Oviedo, A. & Doblas, J. (2022). A floresta precisa das pessoas. São Paulo: ISA.

Oxfam (2022). Índice de Compromisso com a Redução da Desigualdade de 2022. Oxford: Oxfam. Recuperado de www.inequalityindex.org, em abril de 2025.

Patto, M. H. S. (1991). A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo: T. A. Queiroz.

Patto, M. H. S. (2003). O que a história pode dizer sobre a profissão do psicólogo: a relação psicologia-educação (pp. 29-35). In. Bock, Ana. Psicologia e o compromisso social. São Paulo: Cortez.

Pavón-Cuéllar, D. (2022). Além da psicologia indígena: concepções mesoamericanas da subjetividade

(A. Turriani, trad.). São Paulo: Perspectiva.

Porto-Gonçalves, C. W. (2005). Apresentação (pp. 3-5). Edgardo Lander (org). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Buenos Aires: CLACSO.

Ribeiro, W. de G., Prado, R. L. C. & Marton, S. L. (2022). Experiências com o magistério indígena em Angra dos Reis: tessituras em educação, cultura e diferença. ODEERE, 7(3), 102-121. DOI: 10.22481/odeere.v7i3.11539

Rosemberg, F. (1976). Educação: para quem? Ciência e Cultura, 28 (12), 1466-1471.

Saito, K. (2021). O ecossocialismo de Karl Marx (P. Davoglio, trad.). São Paulo: Boitempo.

Schucman, L. V. & Martins, H. V. (2017). A Psicologia e o Discurso Racial sobre o Negro: do “Objeto da Ciência” ao Sujeito Político. Psicologia: Ciência e Profissão, 37, 172–185. https://doi.org/10.1590/1982-3703130002017

Souza, M. P. R., Leirner, T. & Thomaz, V. M. (2024). Formação do psicólogo escolar e educacional latino-americano em periódicos científicos. Psicologia Escolar e Educacional, 28, 1-8. https://doi.org/10.1590/2175-35392024-268217

Souza, L. L., Fialho, T. S., Nunes, M. A. H. & Botan, A. R. (2023). Discursos de gênero nos livros introdutórios à psicologia do desenvolvimento. Psicologia Escolar e Educacional, 27, 1-9. https://doi.org/10.1590/2175-3539202223-240687

Unicef (2025). Prospects for Children in 2025: Building Resilient Systems for Children’s Futures. Unicef: Florença.

Valadão, A. C. B. & Guanãbens, P. F. S. (2025). Impacto das mudanças climáticas na saúde mental: uma revisão da literatura sobre ecoansiedade e educação ambiental. DELOS, 18(65), 1-16. https://doi.org/10.55905/rdelosv18.n65-105

Wundt, W. (2013). Elementos de psicologia dos povos: o princípio da linguagem e o pensamento do homem primitivo (E. C. Freixo, trad.). Psicologia da Educação, 37, 91-101 (trabalho originalmente publicado em 1911).

Publicado

2026-03-30

Cómo citar

Prado, R. L. C. (2026). “Ecologizar” la Psicología de la Educación como Compromiso Ético-Político. Psicologia Da Educação, 1(59), 16–25. https://doi.org/10.23925/2175-3520.2025i59p16-25