Um projeto a longo prazo

crítica genética do romance A bagaceira (1921-1928)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23925/2176-2767.2026v86p247-273

Palavras-chave:

A bagaceira, Crítica Genética, Romance de 30

Resumo

A historiografia da literatura brasileira tem hegemonicamente interpretado que o Romance de 30 teria como gênese a ruptura estética proposta pelos artistas paulistas na Semana de Arte Moderna de 1922. Alguns indícios, porém, apontam que A bagaceira, de José Américo de Almeida, livro reconhecido como precursor desse movimento literário, já estava em processo de elaboração de sua temática social, uso da linguagem popular, modos de perceber a espacialidade antes mesmo do evento paulista. O objetivo desse artigo, portanto, é constituir uma análise genética de A bagaceira. Nesse sentido, argumentamos que, para elaborar o romance, o autor se valeu de múltiplas referências, mas sobretudo da interlocução no circuito literário paraibano dos anos 1920.

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Biografia do Autor

Huerto Eleutério de Luna, Secretaria de Educação do Estado da Paraíba

Doutor e Mestre em Literatura e Interculturalidade pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Graduado em Letras pela UEPB. Professor da Secretaria de Educação do Estado da Paraíba. Pesquisador da Fundação Casa de José Américo

Luiz Mário Dantas Burity, Universidade Estadual da Paraíba

Doutor em História pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Mestre e Graduado em História pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Professor do Departamento de História da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Professor do Programa de Pós-Graduação em História da UFPB. Pesquisador da Fundação Casa de José Américo.

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Publicado

2026-07-27

Como Citar

Luna, H. E. de, & Burity, L. M. D. (2026). Um projeto a longo prazo: crítica genética do romance A bagaceira (1921-1928). Projeto História : Revista Do Programa De Estudos Pós-Graduados De História, 86, 247–273. https://doi.org/10.23925/2176-2767.2026v86p247-273