O “estrondo das armas ”: Violência, guerra e trabalho indígena na Amazônia (séculos XVII e XVIII)

Autores

  • Rafael Chambouleyron
  • Vanice Siqueira de Melo
  • Fernanda Aires Bombardi

Palavras-chave:

Violência, descimentos, guerras, índios, Estado do Maranhão e Pará, séculos XVII e XVIII.

Resumo

Este texto busca compreender de que maneira a violência se tornou um elemento fundamental da política da Coroa e de boa parte dos portugueses em relação aos índios, ao longo do século XVII e boa parte do século XVIII, no Estado do Maranhão e Pará. A experiência das guerras e dos descimentos de índios revela que as fronteiras entre as categorias de índios inimigos e aliados eram pouco claras. Assim, a violência foi uma ferramenta fundamental das autoridades (e da própria Coroa) inclusive para estabelecer alianças e compelir os índios ao serviço dos moradores portugueses. É que, como se procura apresentar neste texto, apesar da legislação instituída pela própria Coroa, a política em relação aos índios adaptou-se às circunstâncias concretas, mais do que a princípios gerais.

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Biografia do Autor

Rafael Chambouleyron

Doutor em História pela Universidade de Cambridge. Professor da Faculdade de História da Universidade Federal do Pará. E-mails: rafaelch@ufpa.br

Vanice Siqueira de Melo

Bacharel e Licenciada em História pela Universidade Federal do Pará (bolsista PIBIC/CNPq); aluna do curso de Mestrado em História Social da Amazônia da Universidade Federal do Pará; bolsista da FAPESPA.

Fernanda Aires Bombardi

Aluna do curso de História da Universidade Federal do Pará; bolsista PIBIC/CNPq.

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Como Citar

Chambouleyron, R., Melo, V. S. de, & Bombardi, F. A. (2011). O “estrondo das armas ”: Violência, guerra e trabalho indígena na Amazônia (séculos XVII e XVIII). Projeto História : Revista Do Programa De Estudos Pós-Graduados De História, 39. Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/revph/article/view/5838