Sobre a polissemia icônica e a objetividade na arte: contribuições advindas da pesquisa em arte e da filosofia da arte

Eluiza Bortolotto Ghizzi

Resumo


Neste texto investigamos os processos criativos em artes visuais e, dentre as considerações que fazemos sobre esse tema, a principal diz respeito à natureza do objeto da arte e às suas consequências sobre os processos criativos. Tomamos como referência um processo de produção e de pesquisa em arte realizado pelo fotógrafo Francisco de Paula Vieira (2015) e registrado em seu relatório escrito intitulado A poética da superfície e suas criaturas gráficas: uma experiência visual com PB, que é considerado na relação com dois textos filosóficos sobre arte, Sementes peircianas para uma filosofia da arte, de Ivo Assad Ibri (2011), e Núcelos estéticos: uma proposta para a objetividade na arte sugerida pelo objeto dinâmico de Charles Peirce, de Carl Hausman (2012). Nossas argumentações propõem considerar as noções de polissemia icônica e objetividade semiótica relativamente à criação artística, com base nos conceitos apresentados nesses dois últimos textos.

Palavras-chave


Processos criativos. Objeto semiótico. Polissemia icônica. Núcleos estético.

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Referências


VIEIRA, Francisco de P. A poética de superfície e suas criaturas gráficas: uma experiência visual em PB. Trabalho de Conclusão de Curso. Graduação em Artes Visuais, UFMS, 2015.

IBRI, Ivo A. Sementes peircianas para uma filosofia da arte. In: Cognitio: São Paulo, v. 12, n.2, p. 205-219, julho-dezembro, 2011.

HAUSMAN, Carl R. Aesthetic Cores: A Proposal for Objectivity in Art Suggested by Charles Peirce’s Dynamic Object. In: Cognitio: São Paulo, v. 12, n.2, p. 257-269, julho-dezembro, 2012.


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