Manaus: da “Zirma” dos viajantes a “Maurilia” dos historiadores

Leno José Barata Souza

Resumo


O artigo visa discutir, em analogia, duas conjunturas históricas da cidade de Manaus: a capital provinciana do XIX que, sob a luz dos viajantes naturalistas, despontava como acanhada e rústica e a Manaus republicana que, sob o punho de uma vanguarda historiográfica positivista local, animava-se pelo progresso e modernidade, ambos patrocinados pelos ricos dividendos do boom econômico da borracha. Momento de uma profunda e conturbada transformação social e urbana da cidade, dentro do qual se construirá ainda todo um discurso de belle époque voltado, sobretudo, para uma oposição encarniçada entre as “duas cidades”.

Palavras-chave


Manaus; Cultura Urbana; Discursos Historiográficos

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