Multivers, non merci. Réflexions à partir d’un film en vogue
DOI:
https://doi.org/10.23925/2763-700X.2024n7.67353Palavras-chave:
architectures narratives, chaos, mimésis, multiversResumo
Assistimos a um progressivo retroceder dos textos narrativos construídos de modo clássico, substituídos por textos de tipo não linear, fundados sobre o cruzamento de várias perspectivas narrativas virtuais. O recente film de grande sucesso Everything Everywhere All at Once, baseado na noção de multiverso, parece ir neste sentido. Na realidade, ele se distancia disso de modo crítico, o que nós conduz a uma série de reflexões relativas à evolução do modelo aristotélico, à relação entre narração e experiência de vida e ao papel das formas narrativas na cultura contemporânea.
Referências
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Ferraro, Guido, « Maîtres des règles. De la notion de code à la grammaire de l’imaginaire », Acta Semiotica, II, 4, 2022.
Desrues, Antoine, « Everything Everywhere All at Once : critique dans le vrai Multivers de la folie », Ecran large, 31 août 2022.
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