Cogito ergo sum non machina! Sobre o Reconhecimento Humano de Verdades

Autores

  • Ricardo Pereira Tassinari Departamento de Filosofia Universidade Estadual Paulista - UNESP / Campus Marília – SP
  • Itala M. Loffredo D’Ottaviano Grupo de Lógica Teórica e Aplicada Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência Departamento de Filosofia Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP – SP

Palavras-chave:

Sistemas formais, Algoritmos, Teoremas de Gödel.

Resumo

O objetivo deste artigo é discutir sobre a existência de limites para a possibilidade de modelagem do comportamento humano por sistemas formais ou algoritmos computacionais. Mais especificamente, o artigo trata da impossibilidade de modelagem completa por algoritmos ou teorias formais da capacidade humana de estabelecer a veracidade de fórmulas da aritmética de primeira ordem. A resposta aqui apresentada, baseada em uma nova análise feita a partir do Primeiro Teorema da Incompletude de Gödel, busca apresentar o porquê e como esse teorema implica na impossibilidade de construção de tal modelagem.

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Biografia do Autor

Itala M. Loffredo D’Ottaviano, Grupo de Lógica Teórica e Aplicada Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência Departamento de Filosofia Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP – SP

 

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Como Citar

Tassinari, R. P., & D’Ottaviano, I. M. L. (2013). Cogito ergo sum non machina! Sobre o Reconhecimento Humano de Verdades. Cognitio: Revista De Filosofia, 10(2), 221–230. Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/cognitiofilosofia/article/view/12871

Edição

Seção

Artigos Cognitio