A Máxima Pragmática e a Prova do Pragmatismo (3): Hábitos e Interpretantes

Autores

  • Christopher Hookway Department of Philosophy University of Sheffield – UK

Palavras-chave:

Peirce, Pragmatismo, Hábitos, Interpretantes Lógicos, Interpretantes finais, Prova.

Resumo

O artigo explora uma estratégia para defender a máxima pragmatista que Peirce discute em um manuscrito de 1907 (MS 318). O manuscrito tenta mostrar que proposições são ligadas a hábitos de ação, mostrando que tais hábitos servem como interpretantes lógicos finais de conceitos ou proposições. Depois de analisar os argumentos empregados, o artigo identifica falhas na sua defesa da máxima pragmatista. Especula-se, então, sobre como a discussão de interpretantes pode ser ligada a uma defesa da máxima pragmatista.

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Publicado

2013-01-23

Como Citar

Hookway, C. (2013). A Máxima Pragmática e a Prova do Pragmatismo (3): Hábitos e Interpretantes. Cognitio: Revista De Filosofia, 12(1), 89–104. Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/cognitiofilosofia/article/view/13415

Edição

Seção

Artigos