Supervaloracionismo e vaguidade

implicações epistemológicas e semânticas indesejáveis

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.23925/2316-5278.2026v27i1:e74401

Palabras clave:

Supervaloracionismo, Vaguidade, Conhecimento formal e das instâncias, Classicismo semântico e epistemológico

Resumen

Tentaremos mostrar que a concepção supervaloracionista de tratamento da vaguidade apresenta implicações epistemológicas e semânticas indesejáveis, que, se tomadas em conjunto, mostram que ela é inadequada para um correto tratamento do fenômeno. As implicações de ordem epistemológica não são exatamente decisivas, mas estão longe de ser irrelevantes. Isso porque elas apontam para uma desvantagem importante do supervaloracionismo perante a concepção bivalente clássica. Por outro lado, as implicações semânticas indesejáveis nos parecem decisivas e recomendam o abandono da proposta supervaloracionista.

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Biografía del autor/a

Emerson Carlos Valcarenghi, Universidade Federal do Piauí

Possui Licenciatura Plena em Filosofia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1995), Mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1998), Doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2004) e Pós-doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2010). Atualmente, é professor da Universidade Federal do Piauí onde desenvolve pesquisa em Epistemologia Analítica nos seguintes temas: análise do conhecimento, problema de Gettier, argumentos céticos, teoria das alternativas relevantes, disputa internalismo-externalismo em justificação doxástica, paradoxos epistemológicos/epistêmicos.

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Publicado

2026-07-15

Cómo citar

Valcarenghi, E. C. (2026). Supervaloracionismo e vaguidade: implicações epistemológicas e semânticas indesejáveis. Cognitio: Revista De Filosofia, 27(1), e74401. https://doi.org/10.23925/2316-5278.2026v27i1:e74401