Pantanal na visão da mídia: da inexistência ao paraíso: uma abordagem sobre as inter-relações do meio e da produção cultural

Autores

  • Rosiney Bigatão

Palavras-chave:

Pantanal, Mestiçagem, Mídia, Teorias da Cultura e da Comunicação

Resumo

A partir da História, das Teorias da Cultura e da Comunicação, esse artigo tenta entender como o Pantanal passou de lugar inexistente ao paraíso. A análise parte do vazio na história oficial que encobria a fronteira oeste, como se nada existisse além da linha do Tratado de Tordesilhas; passa pelas narrativas feitas pelos que cruzavam seus rios e áreas alagadas nos séculos XVI e XVII; busca informações nas descrições que o configuram como ilha, pântano, mar; e chega ao século XXI, quando ainda é visto de forma dicotômica pela mídia, num olhar muito semelhante ao dos visitantes de 300 anos atrás. A partir do estudo dessa produção pode-se pinçar traços que apontam para as primeiras mestiçagens na cultura do Pantanal, até as mais recentes.

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Biografia do Autor

Rosiney Bigatão

Rosiney Bigatão é mestranda do Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, bolsista pela CAPES e integrante do Grupo de Pesquisa Cultura e Comunicação: Barroco e Mestiçagem (CNPq). É Jornalista Profissional e graduada em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro de Ensino Superior Plínio Mendes dos Santos (CESUP), Campo Grande.

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Como Citar

Bigatão, R. (2012). Pantanal na visão da mídia: da inexistência ao paraíso: uma abordagem sobre as inter-relações do meio e da produção cultural. Cordis: Revista Eletrônica De História Social Da Cidade, (3-4). Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/cordis/article/view/9565