Nós, os do Makulusu: memória reorganizadora da matéria abalada para sempre

Gabriela Kvacek Betella

Resumo


O trabalho examina as situações narrativas do romance de Luandino Vieira privilegiando a memória, a trajetória de vida do narrador, seu modo de utilização da linguagem e outros instrumentos certeiros para intensificar as tensões expostas. Abandonando a objetividade (que já foi obsessão da narrativa, segundo Adorno), o romance se apropria ao máximo da subjetividade e, paradoxalmente, apresenta a realidade através da decomposição e recomposição de mundo, refazendo o sentido da identidade cultural utópica e confirmando o sentido de liberdade através da escrita.

Palavras-chave


Literatura angolana; Memória; Foco narrativo; Identidade cultural

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