Esaú e Jacó: de rivalidades e progenitura

Sílvia Maria Azevedo

Resumo


Romance de enredo “particularmente tedioso e desenxabido” (John Gledson), Esaú e Jacó, de Machado de Assis, se configura, na verdade, como narrativa que desafia a capacidade analítica e interpretativa do leitor, a começar pela “Advertência”, artifício ardilosamente colocado na entrada do texto, a instaurar ambigüidade em torno das categorias de autor real, “autor transcritor” e narrador, com repercussões na relação entre ficção e história, eixo central da intriga do romance.

Palavras-chave


Esaú e Jacó; Machado de Assis; autor transcritor; ficção e história

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