Visualidade, voz e pensamento na poesia de Lu Menezes

Paula Glenadel

Resumo


Parte da atividade artística contemporânea (provavelmente, a mais interessante), sem excluir o trabalho da crítica e da filosofia mais recente, trata a visualidade e a voz como um enigma. Lu Menezes realiza seu trabalho poético dentro do campo demarcado por esses pressupostos de obscuridade e de incerteza que assombram tanto nossa percepção quanto nossa representação do mundo. Em que pese o desafio de se trabalhar com categorias tão evanescentes, essa indeterminação irredutível com que a poesia contemporânea tem de lidar oferece a ela ricas e complexas possibilidades de reorganização da experiência. O artigo busca explorar o lugar criado por esse trabalho, no qual a problematização da visualidade e da voz move uma dicção simultaneamente amistosa e sofisticada que percebe o mundo de maneira indissociável das articulações textuais que inventa.


* Doutora em Letras Neolatinas. Professora Titular da Universidade Federal Fluminense – UFF e pesquisadora 1D do CNPq. Niterói, RJ, Brasil.


Palavras-chave


Poesia contemporânea; Lu Menezes; Visualidade; Voz; Pensamento

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