Os sinsignos icônicos nas 66 classes de signos: uma análise semiótica da fonte tipográfica Univers Revolved

Autores

  • Priscila Monteiro Borges Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP

Palavras-chave:

semiótica aplicada, C. S. Peirce, tipografia

Resumo

O potencial analítico dos modelos de três e dez classes de signos de C. S. Peirce é reconhecido pelos pesquisadores da área. O mesmo não se pode dizer do sistema de 66 classes. Pouco conhecido, pois foi deixado em aberto por Peirce, e ainda é alvo de muitas discussões a respeito de sua aplicabilidade. Com o propósito de mostrar o seu potencial analítico, este artigo apresentará uma análise dos sinsignos icônicos extraída de uma análise completa de uma fonte tipográfica fundamentada no sistema de 66 classes de signos. Além de corresponder à parte empírica de uma pesquisa teórica, que propõe de um modelo analítico com as 66 classes, a análise mostra detalhes da relação entre sinsignos icônicos e qualissignos que não podem ser percebidos nos sistemas com menos classes, o que é uma evidência da contribuição do sistema de 66 classes a semiótica.

 

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Biografia do Autor

Priscila Monteiro Borges, Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP

Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Professora no curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP. Diretora executiva do Centro Internacional de Estudos Peirceanos, PUC-SP. Pesquisadora do Centro de Convergência de Novas Mídias, UFMG. Vice-Secretária Geral da International Association for Semiotics Studies - IASS-AIS.

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Publicado

2013-12-04

Edição

Seção

Artigos | Articles