Rastreando a dívida para morar: o caso de Ponta Grossa/PR (2009-2023)

Autores

Palavras-chave:

Endividamento, Programa Minha Casa Minha Vida, Financeirização da moradia

Resumo

Endividar-se é a forma da provisão habitacional pelo Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), condição que pode se desdobrar na retomada do imóvel pelo inadimplemento. Assim, objetivou-se desvendar os rastros urbanísticos produzidos pela dívida do PMCMV em Ponta Grossa, Estado do Paraná, seguindo a alienação fiduciária – fundamento jurídico da retomada dos imóveis financiados. Para tanto, a pesquisa seguiu dois caminhos metodológicos: amostragem bola de neve com a realização de entrevistas semiestruturadas na Ocupação Ericsson John Duarte; e análise de conteúdo de decisões judiciais da Justiça Federal. Os principais resultados alcançados apontam para 3 rastros: 1) um mercado informal das unidades habitacionais do PMCMV; 2) a reprodução da moradia de aluguel e 3) de ocupações.

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Biografia do Autor

Carlos Picanço Wambier, UNESPAR

Mestre em Ciências Socias Aplicadas pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Especialista em Sociologai Política. Bacharel em Direito pela UEPG.

Igor Sporch da Costa, UEPG

Doutor em Ciências Jurídicas pela Université Paris 1 – Panthéon-Sorbonne (2019). Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Estadual de Ponta Grossa (PPGCSA-UEPG

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Publicado

2026-09-03

Como Citar

Wambier, C. P., & da Costa, I. S. (2026). Rastreando a dívida para morar: o caso de Ponta Grossa/PR (2009-2023). Cadernos Metrópole, 28(67), e6773869. Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/metropole/article/view/73869

Edição

Seção

Artigos