VOZES DE ESTUDANTES E DIFICULDADES EM MATEMÁTICA ESCOLAR: INCLUSÃO E PRÁTICA PSICOPEDAGÓGICA PRÁTICA PSICOPEDAGÓGICA

Maria Helena Fávero, Aline de Amorim Pinto Chiesa, Maria Juliana de Freitas Carvalho Lopes

Resumo


Neste trabalho, o consenso em defesa da educação inclusiva é retomado, enfatizando: a relação entre a educação inclusiva, as práticas escolares e a pesquisa; o conceito de diversidade; a importância das vozes dos estudantes sobre os processos de inclusão/exclusão. Descreve-se um estudo focado nas vozes de dois pares de alunos do 5º ano do Ensino Fundamental, com idades entre 12 e 14 anos, sendo um par com diagnóstico de paralisia cerebral e um sem esse diagnóstico. Os estudantes participaram de entrevista focada em sua história escolar, nas concepções em relação à escola, bom aluno, competências e dificuldades escolares e a respeito de suas relações sociais. As transcrições foram analisadas, tendo a proposição como unidade de análise. Ficaram demonstradas, independentemente do diagnóstico, concepções negativas em relação ao próprio desempenho escolar em matemática e à dificuldade na compreensão do significado dos números, das operações e do sistema de numeração decimal. Os resultados são discutidos defendendo a prática psicopedagógica como procedimento para o desenvolvimento das competências conceituais.

Palavras-chave


Educação inclusiva; Práticas escolares; Matemática; Vozes; Prática psicopedagógica

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DOI: https://doi.org/10.23925/2175-3520.2020i51p63-71

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