Negar as perdas e as diferenças: as estratégias de purificação e cisão em Dorian Gray e Oscar Wilde

Marcus Rodrigues Jacobina Vieira, Elisa Maria de Ulhôa Cintra

Resumo


Neste artigo, abrimos uma reflexão sobre o que impede o indivíduo de aceitar a transitoriedade e a diferenciação: tanto no crescimento quanto no envelhecimento e diante da morte. Dorian Gray, personagem do livro O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde, se recusa a aceitar a passagem do tempo para que sua beleza permaneça intocada tal como em seu retrato pintado pelo amigo. Pensamos que o uso dessas defesas lembra o funcionamento da posição esquizo-paranoide, quando predominam mecanismos como a cisão, a negação e a idealização, conforme postulado por Melanie Klein, autora de referência neste estudo.

Palavras-chave


esquizo-paranoide; idealização; cisão; Klein; Dorian Gray

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