“Ser negro é enfrentar uma história"
intelectuais, Estado e ações afirmativas na cultura brasileira e cearense
DOI:
https://doi.org/10.23925/2176-2767.2026v86p96-125Palavras-chave:
Intelecutais, Estado, Populações negras, Ações AfirmativasResumo
O artigo problematiza a participação dos intelectuais na organização da cultura, desde a criação dos Institutos Históricos que produziram estudos que estereotiparam as populações negras passando pelos protagonismos dos movimentos sociais e de suas lideranças; para a transformação das realidades vivenciadas no contexto republicano, brasileiro e cearense. O debate histórico de longa duração, adentra nos estudos culturais e do direito, por meio de análise da legislação, bibliografia e depoimentos. O artigo conclui que as ações afirmativas na área cultural, tensionadas pelas intelectualidades negras, possibilitou um empreendimento de mudanças institucionais e culturais importantes para o reconhecimento positivo das diferenças no presente.
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