“Ser negro é enfrentar uma história"

intelectuais, Estado e ações afirmativas na cultura brasileira e cearense

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23925/2176-2767.2026v86p96-125

Palavras-chave:

Intelecutais, Estado, Populações negras, Ações Afirmativas

Resumo

O artigo problematiza a participação dos intelectuais na organização da cultura, desde a criação dos Institutos Históricos que produziram estudos que estereotiparam as populações negras passando pelos protagonismos dos movimentos sociais e de suas lideranças; para a transformação das realidades vivenciadas no contexto republicano, brasileiro e cearense. O debate histórico de longa duração, adentra nos estudos culturais e do direito, por meio de análise da legislação, bibliografia e depoimentos. O artigo conclui que as ações afirmativas na área cultural, tensionadas pelas intelectualidades negras, possibilitou um empreendimento de mudanças institucionais e culturais importantes para o reconhecimento positivo das diferenças no presente.

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Biografia do Autor

Arilson dos Santos Gomes, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira

Professor Adjunto da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), lotado no Instituto de Humanidades no Ceará, cursos de Antropologia e Humanidades. Realizou Estágio Pós-Doutoral no Programa de Pós-graduação em Ensino de História da Universidade Federal do Ceará (2025). Coordenador e Professor permanente do Mestrado Interdisciplinar em Humanidades (MIH/UNILAB). Professor permanente do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Ceará (PPGH/UFC). Coordenador do Mestrado Interdisciplinar em Humanidades (MIH/UNILAB). Coordenação do Grupo de Pesquisas Emancipações e Pós-Abolição do Ceará (GETP-CE). Pesquisador do Programa Cientista Chefe da Cultura - FUNCAP/SECULT/Ceará.

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Publicado

2026-07-27

Como Citar

Gomes, A. dos S. (2026). “Ser negro é enfrentar uma história": intelectuais, Estado e ações afirmativas na cultura brasileira e cearense. Projeto História : Revista Do Programa De Estudos Pós-Graduados De História, 86, 96–125. https://doi.org/10.23925/2176-2767.2026v86p96-125