E depois do Grande Museu Egípcio?
o desejo pela repatriação da Pedra de Rosetta e a renovação do Museu Britânico
DOI:
https://doi.org/10.23925/2176-2767.2026v86p301-337Palavras-chave:
Arquitetura contemporânea, Design de exposições, Arte contemporânea, Repatriação de acervos, DecolonialidadeResumo
O Grande Museu Egípcio se tornou uma das principais instituições museais do mundo, buscando confrontar o argumento da suposta “falta de infraestrutura” para a exibição de acervos egípcios, recorrentemente lançado para justificar a não repatriação de objetos extraídos de modo polêmico. Todavia, instituições estrangeiras que armazenam peças egípcias têm investido em projetos de renovação arquitetônica e expográfica, como é o caso da recém-anunciada remodelação do Museu Britânico. Adotando metodologia de pesquisa exploratória e qualitativa, o objetivo principal deste artigo é investigar as conexões estabelecidas entre arquitetura, design de exposições e arte contemporânea para as discussões sobre a repatriação da Pedra de Rosetta.
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