E depois do Grande Museu Egípcio?

o desejo pela repatriação da Pedra de Rosetta e a renovação do Museu Britânico

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DOI :

https://doi.org/10.23925/2176-2767.2026v86p301-337

Mots-clés :

Architecture contemporaine, Exposition, Art contemporain, Rapatriement des collections, Décolonialité

Résumé

Le Grand Musée Égyptien est devenu l'une des institutions muséales les plus importantes au monde, cherchant à réfuter l'argument du prétendu « manque d'infrastructures » pour exposer les collections égyptiennes, une affirmation souvent invoquée pour justifier la non-restitution d'objets extraits de manière controversée. Cependant, les institutions étrangères abritant des artefacts égyptiens ont investi dans des projets de rénovation architecturale et scénographique, à l'instar du récent réaménagement du British Museum. Adoptant une méthodologie de recherche exploratoire et qualitative, cet article vise principalement à examiner les liens établis entre architecture, scénographie et art contemporain dans les débats relatifs à la restitution de la pierre de Rosette.

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Biographie de l'auteur

Bianca Manzon Lupo, Universidade de São Paulo

Professeur en Architecture et Urbanisme à l'Université de Mogi das Cruzes (UMC) et à l'Université Nove de Julho (UNINOVE). Chercheuse postdoctorale (FAU USP), son projet de recherche porte sur la "Décolonisation des musées : le rôle de l'architecture dans la restitution des collections". Docteure et titulaire d'un master en Architecture et Urbanisme de la FAU USP, avec une spécialisation en "Histoire et Fondements de l'Architecture et de l'Urbanisme", ses recherches portent sur les relations entre l'architecture muséale et la scénographie d'exposition, médiatisées par les technologies de la communication, dans le contexte brésilien. Elle a participé au programme d'extension universitaire « Après les dégâts. École d'été internationale » (Université de Ferrare). Membre du Comité brésilien du Conseil international des musées (ICOM-BR). Spécialiste en muséologie, acquisition et commissariat d'exposition du Centre universitaire des Beaux-Arts de São Paulo (FEBASP). Architecte et urbaniste diplômée de Universidade de São Paulo (FAU USP), avec une expérience au Politecnico di Milano (Milan, Italie).

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Publiée

2026-07-27

Comment citer

Lupo, B. M. (2026). E depois do Grande Museu Egípcio? : o desejo pela repatriação da Pedra de Rosetta e a renovação do Museu Britânico. Projeto História : Revista Do Programa De Estudos Pós-Graduados De História, 86, 301–337. https://doi.org/10.23925/2176-2767.2026v86p301-337