Sobre a ética no acompanhamento terapêutico (AT)

Deborah Sereno

Resumo


Este artigo apresenta o acompanhamento terapêutico (AT) como dispositivo potente para a Reforma Psiquiátrica Brasileira. A autora faz uma breve menção às políticas públicas de saúde mental e à atual configuração da rede de atendimento em São Paulo. Aponta para a fragilidade na constituição da rede de saúde mental segundo as novas políticas públicas, frente aos riscos gerados pelo desinvestimento na manutenção, desenvolvimento e ampliação dos serviços. Destaca a experiência desenvolvida com alunos do Curso de Psicologia da FACHS/PUC-SP e aprimorandos da Clinica Psicológica Ana Maria Poppovic, especificamente na formação e acompanhamento em supervisão do trabalho de acompanhantes terapêuticos (ats) inseridos em residências terapêuticas e em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS); e também na formação de um grupo de acompanhantes comunitários (ACs) de duas residências terapêuticas. Refere-se à função estratégica do trabalho do acompanhante terapêutico (AT) nas equipes de saúde mental, função esta conduzida por uma ética que, no final, concerne a todos os trabalhadores de saúde mental engajados na Reforma.

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