AS (IM)POSSIBILIDADES DE UMA BASE COMUM NACIONAL

Maria Luiza Sussekind

Resumo


Este ensaio tece narrativas, experiências e ideias capturadas nos debates sobre a BCN. Desdobra a conversa corrente a partir de dois aspectos que considero relevantes: algumas das noções de currículo em questão; e, algumas das noções de comum em questão – e, tomando esta noção de currículo como documento escriturístico, ou como arma social (entendida como fator de homogeneização dos conhecimentos) que por isso mesmo tem o poder de aprofundamento de uma linha abissal já existente, no sentido dado por Boaventura Sousa Santos. Traçando uma linha abissal esse currículo habita as construções curriculares no cotidiano das escolas criando exclusões, invisibilidades e inexistências; e; potencializa o que é para Pinar uma das mais importantes consequências das unificações curriculares: a demonização dos professores. Concluo defendendo que a busca da justiça cognitiva passa por admitir que é preciso ouvir os professores e reconhecer o poder dos currículos pensadospraticados que já existem nas escolas como experiências vividas e são narrados em seus comunsdiferentes.


Palavras-chave


base nacional curricular comum; currículos; linha abissal; demonização

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Revista e-Curriculum                                   e-ISSN 1809-3876

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