Dialética da marginalidade: “Malagueta, Perus e Bacanaço”

Manoel Freire

Resumo


O submundo dos marginalizados constitui matéria privilegiada nos contos de João Antonio, cujas personagens representam indivíduos que vivem à margem do processo econômico, excluídos do mercado de consumo e privados de direitos e garantias inerentes ao cidadão comum, sobrevivendo por meio de expedientes como jogo, furto, prostituição, tráfico e outros artifícios ilegais que caracterizam a malandragem. Este artigo analisa alguns modos de figuração da malandragem no conto “Malagueta, Perus e Bacanaço”, buscando entendê-la como estratégia de sobrevivência dos marginalizados.

 


Palavras-chave


João Antonio; literatura; malandragem; marginalidade.

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DOI: https://doi.org/10.23925/1983-4373.2017i19p304-320

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