JOAQUIM GUEDES: A IGREJA DA VILA MADALENA E O SAGRADO BRUTALISTA

Auteurs-es

  • Yvone Dias Avelino Departamento e do Programa de Estudos Pós-Graduados em História, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Mots-clés :

Arquitetura, Religião, Cidades

Résumé

Trata-se de uma reflexão sobre a importância da obra do eminente Prof. Dr. Joaquim Guedes, emérito docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Dentro da posição de um templo Sagrado, em um Bairro de tradições lusas, o professor/arquiteto optou pela junção do belo, do útil, da fé e do inovador. É uma Igreja de formato arrojado que dialoga com o novo e com o antigo, parecendo um enorme barco onde a luminosidade foca o lugar do altar com uma imensa e aparentemente solta janela sem gradis, cujos vidros vão diminuindo de tamanho na medida em que se afastam do altar central. Essa Igreja de Santa Maria Madalena foi encomendada e realizada quando ainda era o Pároco um incentivador da fé e amigo do bairro e de seus moradores onde deixou sua marca nos inúmeros benefícios aí realizados. A simplicidade deste artigo é resultado de uma vivência e de uma pesquisa sobre o bairro da Vila Madalena.

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Publié-e

2017-08-07

Comment citer

Avelino, Y. D. (2017). JOAQUIM GUEDES: A IGREJA DA VILA MADALENA E O SAGRADO BRUTALISTA. Cordis: Revista Eletrônica De História Social Da Cidade, (17), 145–162. Consulté à l’adresse https://revistas.pucsp.br/index.php/cordis/article/view/33917