NOVAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COMO FORMA DE PROMOVER A INTERDISCIPLINARIDADE E MITIGAR A DIVERSIDADE

Regina de Fátima Rodrigues Dias, Cláudio Sonáglio Albano

Resumo


A sociedade atual está impactada por dois fenômenos: a utilização de novas tecnologias e a crescente diversidade (nas suas mais variadas formas). A escola não pode ficar alheia a esses movimentos; deve reconhecer e incluir essas novas características da sociedade em suas práticas. Este trabalho apresenta como objetivo principal identificar como novas práticas docentes podem mitigar possíveis problemas ocasionados pela diversidade e promover maior interdisciplinaridade. Durante o desenvolvimento do trabalho foram utilizados recursos da tecnologia da informação, aliados a práticas (eventos) do cotidiano, desenvolvendo atividades em grupos visando mitigar eventuais barreiras à diversidade. Os resultados demonstram que a utilização desses novos recursos pedagógicos efetivamente podem promover maior interdisciplinaridade e mitigar algumas barreiras à diversidade.

Palavras-chave


Diversidade; interdisciplinaridade; práticas pedagógicas.

Texto completo:

PDF

Referências


BARDIN, L. (2009). Análise de conteúdo. Lisboa. 9ª edição. Editora 70.

BORBA, M. C.; MIRIAM G. (2007). Informática e educação Matemática. Belo Horizonte. 3 edição. Editora Autêntica.

BRASIL. 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Lei número 9.394, de 24 de dezembro de 1996.

FAEL. 2012. Faculdade Educacional da Lapa. Diversidade e Inclusão Educacional. Apostila disciplina do curso de especialização em Educação, Cidadania e Diversidade. Curso de Especialização, lato sensu. Disponível em: . Acesso em: dezembro de 2016.

FAEL. 2016. Faculdade Educacional da Lapa. Material da disciplina de Mídias, Tecnologias e Aprendizagem. Curso de Especialização, lato sensu. Disponível em: . Acesso em: abril de 2016.

FREIRE, P. (1996). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 11ª ed. São Paulo: Paz e Terra.

FREIRE, P.; SHOR, I. (1987). Medo e ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra.

FUMIKAZU, S. Construindo interfaces entre história e ensino da Matemática. Revista Ensino da Matemática em Debate. Departamento de Matemática da PUC/SP. Volume 3, número 1. 2016. Disponível em: . Acesso em: dezembro de 2016.

GIL, A. C. (2002). Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo. 4ª edição. São Paulo. Editora Atlas.

GOMEZ, A. I. P. (1998). La cultura escolar en la sociedad neoliberal. Madrid: Morata.

HAETINGER, M. G. (2003). Informática na educação: um olhar criativo. Porto Alegre: Instituto Criar.

LÉVY, P. (199). Cibercultura. São Paulo: Editora 34.

LUDKE, M.; MARLI, A. (1986). Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU.

SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, P. B. (2006). Metodologia de Pesquisa. 3ª edição. São Paulo. Editora McGraw-Hill.

TAHAN, M. (1968). O homem que calculava. Rio de Janeiro. Record.

MORAN, J. M.; MASETTO, M.; BEHRENS, M. (2009). Novas tecnologias e mediação pedagógica. 15ª ed. Campinas: Papirus.

THIESEN, J. S. A interdisciplinaridade como um movimento articulador no processo ensino-aprendizagem. Revista Brasileira de Educação. Volume 13, número 39. Rio de Janeiro. 2008. Disponível em: . Acesso em: fevereiro de 2017.

VITÓRIA. 2014. Disponível em: . Acesso em: 18 de fevereiro de 2017.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2018 Ensino da Matemática em Debate (ISSN 2358-4122)

Indexadores:

      

  


Os artigos publicados não expressam necessariamente a opinião da revista e são de responsabilidade exclusiva dos autores.


Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional