Transfigurações utópicas em O Presidente Negro de Monteiro Lobato

Ramiro Giroldo, Rosana Cristina Zanelatto Santos

Resumo


O ensaio trata do romance O Presidente Negro (1926), de Monteiro Lobato, por meio da categoria “utopia”. Pretende-se discutir como a obra lida com paradigmas utópicos em sua transfiguração ficcional do pensamento higienista de grande projeção à época de sua publicação. As proposições de Chris Ferns acerca da narrativa utópica, de Hannah Arendt sobre as relações do fazer poético e o pensamento político e de Sigmund Freud no tratamento da “felicidade da quietude” merecerão relevo como aporte teórico.

Palavras-chave


Utopia; Monteiro Lobato; O Presidente Negro; Higienismo

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