Graciliano e Nietzsche: breves apontamentos sobre a Baleia, em Vidas Secas, o anticristo e a impossibilidade de ressurreição

Flavio Quintale

Resumo


Este artigo propõe um diálogo entre a simbologia da personagem Baleia do romance Vidas Secas de Graciliano Ramos e outras obras da literatura universal, como o Livro de Jonas, Moby-Dick de Herman Melville e As aventuras de Pinóquio de Carlo Collodi. Enfoca-se o tema da ressurreição e de suas representações literárias, estabelecendo-se relações com o Anticristo de Nietzsche.

Palavras-chave


Vidas Secas; Baleia; Ressurreição; Anticristo de Nietzsche; Moby-Dick

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