Mário de Andrade e a liberdade formalizante

Sonia Inez Fernandez

Resumo


Entre as inúmeras possibilidades de leitura da obra de Mário de Andrade e de análise de sua personalidade artística, a busca do conhecimento, seja de si, do outro, do Brasil, da arte, me parece a mais fecunda, porque desafia o estudioso a enfrentar questões caras à filosofia, como vontade, consciência, liberdade, subjetividade. Para tanto, nos valemos de Hegel, especialmente do texto Delimitação da estética e refutação de algumas objeções contra a Filosofia da Arte (Curso de Estética I, 2001), do qual extraímos o conceito de liberdade formalizante, por considerá-lo adequado para entender a trajetória artística de Mário de Andrade. Mas, além disso, também os conceitos de liberdade pensante e liberdade do conhecimento pensante, explicados no mesmo estudo, são oportunos para este ensaio, porque tratam de autonomia, juízo e consciência em relação à arte.

Palavras-chave


Liberdade/Produção; Arte/Formalização; Estética/Reflexão

Texto completo:

PDF

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2017 FronteiraZ : Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - NãoComercial 4.0 Internacional.

FronteiraZ está indexada em: