Sá de Miranda e os abismos do eu

Leila de Aguiar Costa

Resumo


Francisco de Sá de Miranda, poeta seiscentista português dos mais notáveis, é autor de uma obra poética que deambula por certo desconforto da subjetividade trabalhado pelo topos do desengaño.  O objetivo desse artigo é aquele de verificar os modos pelos quais a voz poética põe em cena um ego entregue e dominado pelo mundo das ilusões ─ que, entretanto, a ele compete compreender ─  e aquele de explicitar como se compõe ─ no sentido mesmo da invenção, da disposição e da elocução seiscentistas ─ uma obra em que é comum reconhecer certa autopoiese do sujeito.

Palavras-chave


Sá de Miranda, poesia, subjetividade, desengaño, melancolia

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DOI: https://doi.org/10.23925/1983-4373.2017i18p167-178

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