De um jornalismo sexista a um jornalismo com perspectiva de gênero

Maíra Kubík T. Mano

Resumo


Esse artigo investiga a cobertura feita pela imprensa – especificamente os jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo – sobre eventos onde as mulheres são protagonistas de ações políticas diretas. O objetivo é compreender de que forma elas são retratadas, partindo-se da hipótese de que, em sua maioria, as notícias utilizariam linguagem sexista e preconceituosa. Percebemos que, em muitos espaços, a fala daquelas que estavam organizando e participando de atos sequer foi ouvida, reiterando a posição hierarquicamente inferior que as mulheres ocupam na sociedade. Posição essa que a mídia não apenas reproduz, mas também, cotidianamente, produz.

Palavras-chave


Gênero; comunicação; imprensa.

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Lutas Sociais
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