Marital quality, dyadic adjustment and coparenting

a comparative study

Authors

DOI:

https://doi.org/10.23925/2594-3871.2026v35i1e69528

Keywords:

Marital Quality;, Coparenting;, Intacts Families, Remarried Families

Abstract

Marital and co-parenting relationships impact family dynamics and the socio-emotional development of children; however, it remains poorly understood whether these dynamics differ by family configuration. This study aimed to compare marital quality, dyadic adjustment, and co-parenting between first-married parents and remarried parents with children aged 6 to 11 years. Participants included 174 Brazilian caregivers, predominantly female, 123 in first marriages, and 50 remarried. The quantitative and comparative research analyzed indicators of marital satisfaction, parental coordination, and agreement in childcare. The results indicated significant differences between the groups, showing that participants in first marriages exhibited higher levels of co-parenting cooperation and consensus on parenting-related decisions than remarried parents. The relational complexity present in blended families proved to be a factor associated with less agreement in the conduct of parenting practices. It can be concluded that family configuration has repercussions on the quality of marital exchanges and on how parents coordinate the exercise of co-parenting.

Downloads

Download data is not yet available.

Metrics

Metrics Loading ...

Author Biography

Clarisse Mosmann, Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS

Clarisse Mosmann, é doutora em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2007), foi editora cientifica da Revista Contextos Clínico (2016/2018). Coordena o Núcleo de Estudos em Casais (NECAF) investigando na área de Psicologia Familiar os seguintes temas: Dinâmica de funcionamento familiar e conjugal; Conjugalidade, Coparentalidade, Parentalidade e Psicopatologia na Infância e Adolescência; Conflito Conjugal e Estratégias de Resolução de Conflitos conjugal e parental.

References

Amato, P. R. (2010). Research on divorce: Continuing trends and new developments. Journal of Marriage and Family, 72(3), 650–666. https://doi.org/10.1111/j.1741-3737.2010.00723.x

Augustin, D., & Frizzo, G. B. (2015). A coparentalidade ao longo do desenvolvimento dos filhos: Estabilidade e mudança no 1º e 6º ano de vida. Interação em Psicologia, 19(1), 13–24. https://doi.org/10.5380/psi.v19i1.29239

Bento, F. N. (2017). Cruzadas e encruzilhadas: A vivência da parentalidade em contexto de recasamento [Tese de doutorado, Universidade de Lisboa]. https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/33122/1/ulfpie052846_tm.pdf

Carlson, D. L., Miller, A. J., Sassler, S., & Hanson, S. (2016). The gendered division of housework and couples' sexual relationships: A reexamination. Journal of Marriage and Family, 78(4), 975–995. https://doi.org/10.1111/jomf.12313

Carter, B., & McGoldrick, M. (1995). As mudanças no ciclo de vida familiar: Uma estrutura para a terapia familiar (M. A. V. Veronese, Trad.). Artes Médicas.

Carvalho, T. R., Barham, E. J., Souza, C. D., Böing, E., Crepaldi, M. A., & Vieira, M. L. (2018). Cross-cultural adaptation of an instrument to assess Coparenting: Coparenting Relationship Scale. Psico-USF, 23(2), 215–227. https://doi.org/10.1590/1413-82712018230203

Cohen, J. (1988). Statistical power analysis for the behavioral sciences (2a ed.). Lawrence Erlbaum Associates.

Dunn, J. (2002). The adjustment of children in stepfamilies: Lessons from community studies. Child and Adolescent Mental Health, 7(4), 154–161. https://doi.org/10.1111/1475-3588.00028

Enger, A. (1988). The interrelatedness of marriage and the mother-child relationship. In R. Hinde, & J. Stevenson-Hinde (Eds.), Relationships within families: Mutual influences (pp. 83–103). Oxford University Press.

Erel, O., & Burman, B. (1995). Interrelatedness of marital relations and parent-child relations: A meta-analytic review. Psychological Bulletin, 118(1), 108–132. https://psycnet.apa.org/doi/10.1037/0033-2909.118.1.108

Falcke, D., Diehl, J. A., & Wagner, A. (2002). Satisfação conjugal na atualidade. In A. Wagner (Org.), Família em cena: Tramas, dramas e transformações (pp. 172–188). Vozes.

Falcke, D. (2003). Águas passadas não movem moinhos? As experiências na família de origem como preditoras da qualidade do relacionamento conjugal [Tese de doutorado, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul].

Feinberg, M. E. (2003). The internal structure and ecological context of coparenting: A framework for research and intervention. Parenting: Science and Practice, 3(2), 95–131. https://doi.org/10.1207/S15327922PAR0302_01

Feinberg, M. E., Brown, L. D., & Kan, M. L. (2012). A multi-domain self-report measure of coparenting. Parenting, 12(1), 1–21. https://doi.org/10.1080/15295192.2012.638870

Féres-Carneiro, T. (1998). Casamento contemporâneo: o difícil convívio da individualidade com a conjugalidade. Psicologia: Reflexão e Crítica, 11(2), 379–394. https://doi.org/10.1590/s0102-79721998000200014

Fidelis, D., Heinen, M., Mosmann, C. P., Falcke, D., & Schaefer, J. R. (2022). Relações entre conjugalidade, parentalidade e coparentalidade em famílias com crianças. Cadernos de Psicologia, 2(2), 1–16. https://www.cadernosdepsicologia.org.br/index.php/cadernos/article/view/120

Field, A. (2020). Descobrindo a estatística: Usando o SPSS (5a ed.). Penso.

Gao, M. M., Du, H., Davies, P. T., & Cummings, E. M. (2019). Marital conflict behaviors and parenting: Dyadic links over time. Family Relations, 68(1), 135–149. https://doi.org/10.1111/FARE.12322

Gomes, M. I. M. (2010). (Des)complexificando os estilos parentais: Com pais casados e pais divorciados/separados [Dissertação de mestrado, Universidade de Lisboa]. http://hdl.handle.net/10451/2499

Hameister, B. R., Barbosa, P. V., & Wagner, A. (2015). Conjugalidade e parentalidade: Uma revisão sistemática do efeito spillover. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 67(2), 140–155. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1809-52672015000200011&script=sci_abstract

Hollist, C. S., Falceto, O. G., Ferreira, L. M., Miller, R. B., Springer, P. R., Fernandes, C. L., & Nunes, N. A. (2012). Portuguese translation and validation of the Revised Dyadic Adjustment Scale. Journal of Marital and Family Therapy, 38(1), 348–358. https://doi.org/10.1111/j.1752-0606.2012.00296.x

Isacco, A., Garfield, C. F., & Rogers, T. E. (2010). Correlates of coparental support among married and nonmarried fathers. Psychology of Men & Masculinity, 11(4), 262–278. https://doi.org/10.1037/a0020686

Karney, B. R., & Bradbury, T. N. (1995). Assessing longitudinal change in marriage: An introduction to the analysis of growth curves. Journal of Marriage and Family, 57(4), 1091–1108. https://doi.org/10.2307/353425

Krishnakumar, A., & Buehler, C. (2000). Interparental conflict and parenting behaviors: A meta-analytic review. Family Relations, 49(1), 25–44. https://psycnet.apa.org/doi/10.1111/j.1741-3729.2000.00025.x

Lamela, D., Nunes-Costa, R., & Figueiredo, B. (2010). Modelos teóricos das relações coparentais: Revisão crítica. Psicologia em Estudo, 15(1), 205–216. https://www.scielo.br/j/pe/a/gWRrTNmCSPhByLdxDCgxqNN/

Lansford, E. (2009). Parental divorce and children’s adjustment. Perspectives on Psychological Science, 4(2), 140–152. https://psycnet.apa.org/doi/10.1111/j.1745-6924.2009.01114.x

Magalhães, A. S. (2009). Conjugalidade e parentalidade na clínica com famílias. In T. Féres-Carneiro (Ed.), Casal e família: Permanências e rupturas (pp. 205–217). Casa do Psicólogo.

Margolin, G., Gordis, E. B., & Richard, S. J. (2001). Coparenting: A link between marital conflict and parenting in two-parent families. Journal of Family Psychology, 15(1), 3–21. https://doi.org/10.1037/0893-3200.15.1.3

Mastrotheodoros, S., Papp, L. M., Van der Graaff, J., Deković, M., Meeus, W. H. J., & Branje, S. (2022). Explaining heterogeneity of daily conflict spillover in the family: The role of dyadic marital conflict patterns. Family Process, 61(1), 342–360. https://doi.org/10.1111/famp.12648

Matias, R. A. S. (2022). Satisfação conjugal e aliança terapêutica: um estudo comparativo entre casamentos e recasamentos em terapia de casal [Dissertação de mestrado, Universidade do Porto]. https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/141673/2/567390.pdf

McConnell, M. C., & Kerig, P. K. (2002). Assessing coparenting in families of school-age children: Validation of the coparenting and family rating system. Canadian Journal of Behavioural Science, 34(1), 44–58. https://psycnet.apa.org/doi/10.1037/h0087154

Morrill, M. I., Hines, D. A., Mahmood, S., & Cordova, J. V. (2010). Pathways between marriage and parenting for wives and husbands: The role of coparenting. Family Process, 49(1), 59–73. https://doi.org/10.1111/j.1545-5300.2010.01308.x

Mosmann, C. P., Machado, M. R., Costa, C. B., Gross, P. R. C., & Cruz, D. V. A. (2018). Propriedades psicométricas da versão brasileira do The Coparenting Inventory for Parents and Adolescents (CI-PA). Avaliação Psicológica, 17(3), 399–406. http://dx.doi.org/10.15689/ap.2018.1703.14281.13

Mosmann, C., Wagner, A., & Sarriera, J. (2014). A qualidade conjugal como preditora dos estilos educativos parentais: O perfil discriminante de casais com filhos adolescentes. Psicologia, 22(2), 161–182. https://doi.org/10.17575/rpsicol.v22i2.352

Mosmann, C., Wagner, A., & Féres-Carneiro, T. (2006). Qualidade conjugal: Mapeando conceitos. Paidéia, 16(35), 315–325. https://www.scielo.br/j/paideia/a/JWGT5GmwYYdCfdwxsTFQjdh/abstract/?lang=pt

Mosmann, C., Falcke, D., Neumann, A., & Wagner. (2021). Relações entre o exercício da coparentalidade: O conflito na díade pais e filhos e os sintomas psicológicos dos filhos em famílias recasadas. In T. Féres-Carneiro (Ed.), Casal e família: Clínica, conflito e afetos (pp. 173–192). Prospectiva.

Prati, L. E., & Koller, S. H. (2011). Relacionamento conjugal e transição para a coparentalidade: Perspectiva da psicologia positiva. Psicologia Clínica, 23(1), 103–118. https://doi.org/10.1590/S0103-56652011000100007

Schoppe-Sullivan, S. J., & Mangelsdorf, S. C. (2013). Parent characteristics and early coparenting behavior at the transition to parenthood. Social Development, 22(2), 363–383. https://doi.org/10.1111/sode.12014

Spanier, G. B. (1976). Measuring dyadic adjustment: New scales for assessing the quality of marriage and similar dyads. Journal of Marriage and Family, 38(1), 15–28. https://doi.org/10.2307/350547

Silva, P. O. M., Trindade, Z. A., & Silva Junior, A. (2012). As representações sociais de conjugalidade entre casais recasados. Estudos de Psicologia, 17(3), 435–443. https://doi.org/10.1590/S1413-294X2012000300012

Stanley, S. M., Markman, H. J., & Whitton, S. W. (2002). Communication, conflict, and commitment: Insights on the foundations of relationship success from a national survey. Family Process, 41(4), 659–675. https://doi.org/10.1111/j.1545-5300.2002.00659.x

Teubert, D., & Pinquart, M. (2011). The Coparenting Inventory for Parents and Adolescents (CI-PA): Reliability and validity. European Journal of Psychological Assessment, 27(3), 206–215. https://doi.org/10.1027/1015-5759/a000068

Thibaut, J. W., & Kelley, H. H. (1959). The social psychology of groups. Wiley.

Weber, A. S., Machado, M. S., & Pereira, C. R. R. (2021). Coparentalidade na guarda compartilhada. Psicologia: Ciência e Profissão, 41, 1–17. https://doi.org/10.1590/1982-3703003221957

Published

2026-07-10

How to Cite

Fidelis, D., & Mosmann, C. P. (2026). Marital quality, dyadic adjustment and coparenting: a comparative study. Psicologia Revista, 35(1), 122–143. https://doi.org/10.23925/2594-3871.2026v35i1e69528

Issue

Section

Relatos de Pesquisa Empírica