Challenges for parenting in contentious divorce contexts
DOI:
https://doi.org/10.23925/2594-3871.2025v34i2p294-318Keywords:
Parenting, Contentious Divorce, Family RelationshipsAbstract
Contentious divorce presents challenges and repercussions for parenting. Thus, the objective of this study was to analyze the experience of parenting in the face of a contentious divorce, its specificities and implications for children. For that, a qualitative study with a multiple case study design was conducted. Four parental couples who had gone through a contentious divorce and had at least one child who was still a minor at the time of the divorce participated in the study. Data collection was performed using documental analysis, characterization form and semi-structured interviews were used, and cross-case synthesis was used for data analysis. The results showed negative feelings about the divorce process; difficulties in establishing dialogue between the parental pair and sharing care and responsibilities with the children. In addition, the involvement of children in conflicts and challenges for paternal coexistence was noted. The impacts of the studied phenomenon highlight the importance of the judiciary and interdisciplinary work to assist families and minimize the repercussions of divorce for family relationships.
References
Abreu, C. D. de., Silva, L. D. L. da., & Silva, L. M. da. (2020). Divórcio dos pais: sentimentos e percepções das crianças. Semina: Ciências Sociais e Humanas, 41(1), 19-32. https://doi.org/10.5433/
1679-0383.2020v41n1p19
Alves, A. P., & Arpini, D. M. (2017). A conjugalidade e os conflitos vivenciados a partir do recasamento. Pensando Famílias, 21(1), 3-19. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=
S1679-494X2017000100002
Barbosa, C. W. & Zandonadi, A. C. (2018). Alienação parental e seus impactos no desenvolvimento psicológico da criança e do adolescente. Revista Farol, 7(7), 58-72. Recuperado de https://revista.farol.edu.br/index.php/farol/article/view/147
Brasil. (2016). Resolução n. 510 de 7 de abril de 2016. Conselho Nacional de Saúde. Normas para pesquisas em Ciências Humanas e Sociais. Recuperado de http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2016/reso510.pdf.
Brasil. (2021). Ofício Circular n. 2/2021/CONEP/SECNS/MS. Orientações para procedimentos de pesquisa com qualquer etapa em ambiente virtual. Recuperado de http://conselho.saude.gov.br/imagens/Oficio_Circular_2_24fev2021.pdf
Brito, L. M. T. de. (2007). Família pós-divórcio: a visão dos filhos. Psicologia: Ciência e Profissão, 27(1), 32-45. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&
pid=S1414-98932007000100004&lng=pt&tlng=pt.
Cardoso, F. S., & Leite, A. F. D. (2020). Convivência familiar sob o jugo dos dispositivos penais. Pretextos Revista da Graduação em Psicologia da PUC Minas, 5(9), 243-259. Recuperado de https://periodicos.pucminas.br/pretextos/article/view/23172
Costa, L. M., Silva, L. D. L., Fagundes, A. O., & Silva, L. M. (2020). Acompanhando famílias em processo de reconfiguração: representações atribuídas pelos genitores egressos das “oficinas de parentalidade”. Revista Famílias, Ciclos de Vida e Saúde no Contexto Social, 2, 711-718. Recuperado de https://www.redalyc.org/journal/4979/497965721006/html/
Cúnico, S., & Arpini, D. (2013). O Afastamento Paterno após o Fim do Relacionamento Amoroso: Um Estudo Qualitativo. Interação em Psicologia, 17(1). Recuperado de Recuperado de http://dx.doi.org/10.5380/psi.v17i1.27560
Féres-Carneiro, T., & Magalhães, A. S. (2011). A parentalidade nas múltiplas configurações familiares contemporâneas. In L. V. C. Moreira, & E. P. Rabinovich (Orgs.), Família e parentalidade: olhares da psicologia e da história (pp. 117-134). Juruá.
Ferreira, M., Silveira, J. F., Marion, J., & Pereira, C. R. R. (2017). Alienação parental no pós-divórcio: quando se faz morrer um dos pais. In E. R. Goetz (Org.), Psicologia jurídica e direito de família, práticas e saberes (pp. 107-120). Juruá.
Gonçalves, H. S., Almada, T. R. A., & Santiago, M. A. (2023). Uma discussão acerca da conjugalidade e da parentalidade a partir da aplicação da Lei Maria da Penha. In A. P. Uziel, E. P. Brandão, R. G. Nunes (Orgs.), Para além dos autos: leituras transversais dos conflitos familiares no judiciário (pp. 43-64). Editora UERJ.
Gordon, H. (2018). Como as brigas dos pais podem afetar as crianças – BBC News Brasil. Recuperado de https://www.bbc.com/portuguese/geral-43592582.
Grzybowski, L. S., & Wagner, A. (2010). Casa do pai, casa da mãe: a coparentalidade após o divórcio. Psicologia: Teoria E Pesquisa, 26(1), 77-87. Recuperado de https://doi.org/10.1590/S0102-37722010000100010
Houzel, D. (2004). As implicações da parentalidade. In L. Solis- Ponton (Org.), Ser pai, ser mãe. Parentalidade: um desafio para o terceiro milênio (pp. 47-52). São Paulo, SP: Casa do Psicólogo.
Inacarato, G. M. (2021). “Quem cuida é a mãe”: Imaginário coletivo de mediadores judiciais sobre cuidado dos filhos (Tese de Doutorado em Psicologia). Universidade Católica de Campinas. Recuperado de http://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/15590/ccv_ppgpsico_dr_Gisele_MFI.pdf?sequence=1&isAllowed=y
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (2023). Estatísticas do Registro Civil – 2023. Recuperado de https://static.poder360.com.br/2025/05/EstatRegistroCivilv50_2023-IBGE.pdf
Kostulski, C. A., Christofari, G. C., Bloss, G. M., Arpini, D. M., & Paraboni, P. (2017). Coparentalidade em famílias pós-divórcio: uma ação desenvolvida em um núcleo de práticas judiciárias. Pensando famílias, 21(2), 105-117. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-494X2017000200009&lng=pt&tlng=pt.
Mesquita, M. M., & Granato, T. (2022). Infelizes para Sempre: divórcio litigioso e sofrimento emocional à luz da teoria winnicottiana. Contextos Clínicos, 15(1), 27-50. Recuperado de https://doi.org/10.4013/ctc.2022.151.02
Minayo, M. C. S. (2014). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo, SP: Hucitec Editora.
Nascimento, C. C. P., Müller, C. C., Peteck, B. M. V., Braciak, M., & Bossardi, C. N. (2023). Relações familiares e alienação parental após a dissolução da conjugalidade. Revista Psicologia e Saúde, 15(1), e1521822. Recuperado de https://doi.org/10.20435/pssa.v15i1.1822
Silva, L. D. L. da., Chapadeiro, C. A., & Assumpção, M. C. (2019). O exercício da parentalidade após a dissolução conjugal: uma revisão integrativa. Pensando Famílias, 23(1), 105-120. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-494X2019000100009&lng=pt&tlng=pt.
Souza, F. H. O. (2020). Parentalidade: diferenças conceituais entre Brasil e França. In C. R. B. Sampaio, C. F. B. Oliveira, A. L. M. Neves, M. Therense, & A Beiras (Orgs.), Psicologia Social Jurídica: Novas perspectivas da psicologia na interface com a justiça (pp. 251-261). São Paulo, SP: CRV.
Sousa, A. M., & Souza, F. H. O. (2021). Psicólogas(os) clínicas(os) e as demandas de mães e pais em litígio. Nova Perspectiva Sistêmica, 30(69), 49-61. Recuperado de https://www.doi.org/10.38034/nps.v30i69.613.
Vizcarra, M., & Poo, F. A. (2017). Changes in the Meanings Associated to Paternity in Men From Temuco, Chile. Revista de Psicología, 26, 94-107. Recuperado de https://www.researchgate.net/publication/320503609_Changes_in_the_Meanings_Associated_to_Paternity_in_Men_From_Temuco_Chile.
Weber, A. S., Machado, M. S., & Pereira, C. R. R. (2021). A Experiência da Coparentalidade na Guarda Compartilhada. Psicologia: Ciência e Profissão, 41, e221957, 1-17. Recuperado de https://doi.org/10.1590/1982-3703003221957
Yin, R. (2005). Estudo de caso: planejamento e métodos (3ª ed.). Porto Alegre, RS: Bookman.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Daiane Santos do Carmo Kemerich, Gabriela Clerici Christofari, Camila Almeida Kostulski, Dorian Mônica Arpini

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.











