SABERESFAZERES PRATICADOS NO CURRÍCULO E NA FORMAÇÃO CONTINUADA: ESPAÇOSTEMPOS VIVIDOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Amarílio Ferreira Neto, Kezia Rodrigues Nunes

Resumo


O objetivo do texto consiste em discutir o modo como a Formação Continuada é vivida no cotidiano de um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) em Vitória/ES. Tratamos da relação discutida especialmente com as professoras, pedagogas e diretora da instituição. A proposta teórico-metodológica considerou a metáfora do conhecimento tecido em redes (ALVES, 2008; AZEVEDO, 2008; FERRAÇO, 2008) como potência para problematizar e analisar o Currículo e a Formação Continuada em suas interações, saberes, fazeres e poderes. Envolve, ainda, a relação entre estratégias e táticas (CERTEAU, 1994), discutindo sua complementaridade com a noção de lugares e espaços (CERTEAU, 1994) praticados no currículo do CMEI. Problematiza, por meio de exercícios da hermenêutica (SANTOS, 2003), os usos da Formação Continuada e os sentidos atribuídos aos espaços de discussão coletiva. Na pesquisa com o cotidiano (FERRAÇO, 2007), utiliza entrevista semi-estruturada, grupo focal, observação participante, registros fotográficos, diário de campo e outros movimentos metodológicos. A relevância deste estudo consiste na discussão da Formação Continuada como potência para analisar o Currículo como redes de conhecimento (ALVES, 2008; FERRAÇO, 2008). Compreende que a problematização de outras possibilidades de organização para a escola não é concebida como análise do modelo escolar, individualizado e de produção acelerada, mas de outras demandas de trabalho. Contudo, i teressa-nos mais percorrer os processos curriculares cotidianos do que fixar compreensões.

Palavras-chave


Educação Infantil-Currículo-Formação Continuada

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Revista e-Curriculum                                   e-ISSN 1809-3876

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