RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA COM O ENSINO DE FRAÇÕES NA PERSPECTIVA DO ENSINO EXPLORATÓRIO
Palavras-chave:
Educação Matemática, Ensino Exploratório, Frações.Resumo
Os processos de ensino e aprendizagem da matemática representam um caminho notoriamente repleto de dificuldades. Historicamente, tal disciplina sempre foi vista como ‘difícil’ por parte dos estudantes, não apenas no Brasil. É opinião comum que ela exige muito esforço e concentração e que o insucesso está sempre à espreita. Para reverter essa imagem negativa no cotidiano escolar existe uma busca constante por metodologias alternativas, que propiciem e facilitem os referidos processos. O presente artigo tem por objetivo relatar uma experiência de atividade na perspectiva do Ensino Exploratório, realizada em uma turma do 6º ano do Ensino Fundamental e finalizada ao ensino de frações. Será mostrado que essa perspectiva de ensino despertou o interesse e a participação dos alunos, proporcionando momentos nos quais os mesmos puderam realizar uma discussão matemática sob a coordenação do professor, característica que distingue o Ensino Exploratório do ensino diretivo.Referências
ANDRINI, A.; VASCONCELLOS, M. Praticando matemática 6. 3.ed. São Paulo: Editora Brasil, 2012.
CANAVARRO, A. P. Ensino exploratório da Matemática: Práticas e desafios. Educação e Matemática, n. 115, p. 11-17, 2011.
CANAVARRO, A. P.; OLIVEIRA, H.; MENEZES, L. Práticas de ensino exploratório da matemática: o caso de Célia. In: Canavarro, P., Santos, L. , Boavida, A., Oliveira, H., Menezes, L., & Carreira, S. (Orgs), Actas do Encontro de Investigação em Educação Matemática 2012: Práticas de Ensino da Matemática. Portalegre: Sociedade Portuguesa de Investigação em Educação Matemática, 2012.
FRANKE, K. L.; KAZEMI, E.; BATTEY, D. Mathematics teaching and classroom practice. In: F. K. Lester (Ed.), Second handbook of research on mathematics teaching and learning. Charlotte, NC: Information Age Publishing, 2007, p. 225-356.
LORENZATO, S. Laboratório de ensino de matemática e materiais didáticos manipuláveis. In: Lorenzato, S. Laboratório de Ensino de Matemática na formação de professores. Campinas: Autores Associados, 2006, p. 3-38.
OLIVEIRA, H.; MENEZES, L.; CANAVARRO, A. P. Conceptualizando o ensino exploratório da Matemática: Contributos da prática de uma professora do 3.º ciclo para a elaboração de um quadro de referência. Quadrante, v. 22, n. 2, p. 29-53, 2013.
PARANÁ. Secretaria do Estado da Educação. Diretrizes Curriculares da Educação Básica Matemática. Curitiba: SEED, 2008.
PONTE, J. P. Gestão curricular em Matemática. In: GTI (Ed.), O professor e o desenvolvimento curricular. Lisboa: APM, 2005, p. 11-34.
STEIN, M. K.; ENGLE, R. A.; SMITH, M. S.; HUGHES, E. K. Orchestrating productive mathematical discussions: Helping teachers learn to better incorporate student thinking. Mathematical Thinking and Learning, 10 (4), p. 313-340, 2008.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2018 Ingrid Ponvequi Oliveira, Alessio Gava, Julio Cezar Rodrigues de Oliveira

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.



