Vidas Secas: a escassez em ritornello

Jean Pierre Chauvin

Resumo


Neste artigo propõe-se uma leitura de Vidas Secas (1938), em atenção à sonoridade que transparece no romance. Trata-se de uma obra em que a narrativa parece situar-se entre a prosa mais econômica e a poesia, irmanada à música em ritmo, métrica e rima.


Palavras-chave


Graciliano Ramos; Vidas Secas; Sonoridade; Discurso

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