A obra de arte como ser-criado: considerações sobre A origem da obra de arte
Palabras clave:
Fenomenologia, Obra de arte, OrigemResumen
Em “A origem da obra de arte”, Heidegger faz uma grande reflexão sobre as possibilidades de abordagem da arte. Em seu caminho de pensar, ele descarta a teoria, entendida como um acúmulo de enunciados que pretendem delimitar as propriedades e características dos objetos. Para falar da arte, é preciso colocar de lado toda a teoria sobre ela, e dar um mergulho no horizonte da obra, em busca de sua verdade, sem vasculhar a oficina de trabalho do artista. A obra é, a obra está, a obra existe. Quanto mais deixada a si mesma, em sua solidão, quanto menor for a interferência da cultura em sua determinação, mais ela sobressai como choque, como inquietação, como inabitual. Aí vem a grande questão de todo o discurso sobre a arte de Heidegger: para abordarmos uma obra, devemos nos encher de informações sobre ela, ou mergulharmos em sua verdade, como quer Heidegger?Descargas
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Derechos de autor 2015 FronteiraZ. Revista del Programa de Estudios Posgrado en Literatura y Crítica Literaria

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