A AUSÊNCIA DE CONHECIMENTO NAS REFORMAS CURRICULARES AUSTRALIANAS

Lyn Yates, Cherry Collins

Resumo


Este artigo se baseia num estudo das mudanças curriculares australianas entre 1975 e 2005 para abordar dois temas dessa questão em particular: quais as concepções de conhecimento que estão agora em voga e as influências globais e as especificidades nacionais nas reformulações do currículo. O artigo discute duas abordagens importantes para o currículo na Austrália nos últimos anos: os “Parâmetros e Perfis” do início dos anos 1990 e as formulações “Aprendizagens Essenciais” da última década. As tendências globais que vemos em funcionamento nessas duas importantes abordagens são, em primeiro lugar, o aumento da ênfase sobre o gerenciamento externo e o progresso de alunos como direcionadores-chave de como as políticas curriculares estão sendo construídas e, em segundo lugar, uma ênfase crescente em abordar Parâmetros curriculares em termos do que os alunos deveriam conseguir fazer em vez do que deveriam saber. Defendemos que, nos contextos que discutimos aqui, essas abordagens ofereceram uma forma de conjugar as visões progressistas dos anos 1970 sobre desenvolvimento infantil e o conhecimento-como-processo (visões amplamente mantidas por profissionais influentes nos currículos na Austrália) com tecnologias do final do século XX de microgestão e agendas instrumentais pri ilegiadas por políticos, deixando de fora muitas questões sobre conhecimento.

Palavras-chave


currículo – conhecimento – política - aprendizagens essenciais

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Revista e-Curriculum                                   e-ISSN 1809-3876

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